Sou o crente, o destemido termópolita
que se arroja para a batalha eminente.
Faco da minha crença o móbil da minha
demanda.
O tumulo esse é a morada que tenho
como certa.
Apenas desjo que o epitáfio seja
grandioso.
Carrego contra as fileiras do destino
só, de resto nasci só.
Pouco me importa quem se encontra nesta
demanda, pois sei que a morte essa virá para mim e todos os homens
morrem sós.
Consultei o oráculo antes desta
batalha e o resultado esse ficou por definir por entre os vapores que
emanavam dos defumadores e os devaneios do oráculo.
A minha armadura essa foi abençoada
por uma das sacerdotisas de Artémis.
Por isso vou para a luta tendo apenas a
morte como certa.
Sou o que sempre fui desde de tenra
idade, um guerreiro com todas as cicatrizes de todas as contentas que
presenciei.
Amo o combate pelos meus ideiais.
Fiz alianças com quem me traiu.
Agora sou o solitário combatente que
anseia pela solidão do combate.
Luto desta feita contra demónios
monstruosos e contra os meus traidores.
Albergo a minha força na crença no
Deuses, pela justiça.
Grito pela libertação da minha alma,
pela ausência de futuros combates.
Se perder a vida, também serei
libertado.
Esta é a derradeira batalha.
Derrotarei e aniquilarei todos os meus
inimigos, farei da minha vida o derradeiro tributo à paz e ao
sucesso.
Ou perderei a vida a intentar.
Em qualquer dos casos alcançarei
sempre a vitória.
Para glória dos Deuses.
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